Thiago Camilo, da Vogel, finalizou a etapa de Curitiba na terceira colocação
Warm Up
| Bruno Terena/ Grande Prêmio |
EVELYN GUIMARÃES
de Curitiba
Thiago Camilo cruzou a linha de chegada em Curitiba neste domingo (12) na terceira posição. O piloto da Vogel afirmou que a corrida foi “complicada” e culpou a má largada pelo resultado. Apesar do descontentamento por ter sido ultrapassado por Antonio Pizzonia e Allam Khodair ainda no começo da etapa, Camilo elogiou muito o trabalho dos mecânicos no seu segundo pit-stop.
“Infelizmente, para mim, a corrida foi bem complicada. Quando o Antonio Pizzonia e o Allam Khodair me passaram na largada, eu sabia que teria trabalho para passar os dois novamente, e isso acabou atrapalhando muito a minha prova”, lamentou o paulista.
“Isso porque, enquanto eu estava ali brigando com eles, tentando a ultrapassagem, o Cacá [Bueno] e Valdeno [Brito] iam ganhando distância. Mas depois passei o Allam, e o Antonio acabou entrando nos pits. E optei por continuar na pista e fazer voltas rápidas. E o meu melhor giro foi quando o Pizzonia saiu na minha frente, na 14ª volta da corrida. O pneu já estava desgastado, e foi a minha melhor volta. Isso prova o quanto ele estava prejudicando o meu ritmo”, explicou.
“Tive um outro problema no pit-stop. O cronômetro não funcionou no volante, e acabei perdendo muito tempo e voltei com uma distância grande para o Pizzonia”, continuou.
“Mas uma coisa que tenho de frisar foi o trabalho da minha equipe na troca de pneus. Quando entrei nos boxes, eu estava longe do Antonio. E quando voltei, sai na frente do Khodair e quase consegui ultrapassar o Pizzonia. Então, isso representou um ganho muito grande. E, no finalzinho, ainda deu para pressionar o Cacá. Pena que não tínhamos mais voltas na corrida”, finalizou.
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